segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A Crença dos Assassinos

Quais motivos fazem com que uma pessoa vire líder de um grupo que sai matando os outros em nome da justiça? Traição? Vingança? Dúvidas sobre a própria vida? Eu não sei, mas,  antes de tudo, não se trata de um grupo de pesssoas com problemas mentais. Trata-se de Assassin's Creed. A série tem quatro jogos. Assassin's Creed I, II, Brotherhood e Revelations. O próximo jogo da série, Assassin's Creed III, será lançado em breve: 30 de outubro para consoles e, mais tarde, para PCs.
Vamos começar do início (ah, não diga). O esquecido Desmond Miles é um homem normal, mas foi raptado por uma indústria para testar um novo produto: o Animus. Esse Animus é, basicamente, uma cadeira na qual a pessoa senta, sincroniza e começa a viver a vida de pessoas que já morreram.

 O cenário de tudo é um conflito entre dois grupos: Assassinos e Templars. Os Templars querem um mundo perfeito e para isso pretendem usar da força, opressão e destruição e, para alcançar o objetivo, eles buscam as Peças do Éden, artefatos muito poderosos. Já os Assassinos possuem ideais completamente opostos e, por isso, lutam constantemente contra os Templars para impedir que eles consigam o que querem. Além disso, os Assassinos parecem ter treinado parkour (aquele esporte em que você sai pulando pelos prédios) e também têm incríveis habilidades de luta. Eles conseguem, sozinhos, enfrentar muitos soldados e fazer execuções que parecem de outro mundo.
A primeira pessoa a ser "revivida" pelo Animus é Altaïr, protagonista do Assassin's Creed I.



Em Assassin's Creed I, a história se passa na época das cruzadas. No jogo, Altaïr é um notável assassino, mas seu nível cai quando ele quebra algumas regras dos Assassinos no meio de uma missão para recuperar uma Peça do Éden. A ele, é dado uma nova chance de ser do nível que era antes e, ao completar todas as missões, recebe uma das Peças do Éden e descobre o imenso poder do artefato.
Assassin's Creed II se passa na Itália, na época da Renascença. Dessa vez, o protagonista é Ezio Auditore da Firenze. Ele se junta aos Assassinos quando pede ajuda ao seu tio, com o objetivo de se vingar de Rodrigo Borgia, líder dos Templars, papa e que está por trás da morte de seu pai e irmãos.

Assassin's Creed Brotherhood, continua com Ezio Auditore como protagonista. Agora, ele é mestre dos Assassinos. Nesse jogo, Ezio tem uma nova tarefa: a luta contra Cesare Borgia, filho de Rodrigo Borgia. Além disso, o mestre Assassino se esforça para reduzir a influência dos Borgias de Roma.
Assassin's Creed Revelations é a continuação de Brotherhood. O jogo demonstra a falta de criatividade para criar um novo personagem e continua com Ezio como protagonista. Ele já está velho (não sei como consegue continuar com seu parkour) e começa a se perguntar o porquê de ter se tornado mestre dos Assassinos e as verdadeiras intenções por trás da Ordem. Para obter suas respostas, Ezio viaja até Constantinopla,  e investiga o passado e os segredos de um dos principais membros dos Assassinos: Altaïr. Isso, o mesmo carinha do primeiro jogo. Além de tudo isso, o jogo enfatiza a inutilidade de Desmond, que fica o jogo inteiro em coma.
Assassin's Creed III será lançado em breve e a história passará nos Estados Unidos, na época da guerra de sua independência. Nesse jogo, a Ubisoft mostra mais criatividade e Ezio, finalmente, não é mais o protagonista (Também se fosse, o cara já teria mais de 200 anos e eu duvido que ele viva tudo isso). O protagonista dessa história será Connor, homem com sangue dos nativos americanos e também dos ingleses.



O jogo tem bons gráficos e uma jogabilidade interessante e bem adaptada às variadas e, aparentemente, complexas ações do personagem. No início, os comandos parecem um pouco complicados, mas é só uma questão de tempo para se acostumar. Uma breve explicação: no jogo, há o High e o Low Profile, dois modos diferentes e acionados/desligados por um botão. Cada modo tem uma ação diferente para cada botão. Por exemplo: no Low Profile você anda, ataca e no High Profile você corre, usa counters attacks e escala.

OBS: não se irritem com as críticas ao pobre do Desmond e à falta de criatividade por usarem o Ezio em três jogos, foi apenas uma brincadeira, não houve nenhuma intenção de ofender quem gosta do Desmond e gostou de jogar com Ezio.

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